Sem mais, a minha solidariedadr

Há Flores No Cais

Erica Nunes.png

Escrevo esta carta como mulher de estivador há nove anos.

Estes estivadores, rotulados a maioria das vezes como malandros, marginais, brutamontes e muitas outras coisas que nem vale a pena frisar, têm por trás uma família e filhos e é por isso que lutam.

O problema aqui é que as pessoas não sabem quanto é difícil ser estivador, não sabem de quanto eles abdicam para trazer um salário no final do mês. Estes homens trabalham muitas vezes 24 horas sobre 24 h sob chuva, frio, vento, sol, calor e com más condições de trabalho. A cada dia que se apresentam para trabalhar põem em risco a própria vida.

Têm um trabalho duro a nível físico e psicológico, um trabalho muito perigoso. Estes homens vestem a camisola por aquilo que fazem, mas para isso deixam de ter vida familiar. E é aqui que eu e as minhas filhas entramos. Com os horários…

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