A verdade é que só o engenho do comércio fez popular este dia. Mas está para ficar.

A Clarinha, que já anda na “nova escolinha”, avisou-me na Sexta-Feira: beijinhos só ao Rafael, o namoradinho… Pois!

Claro que depois esqueceu e celebrou o “abraçinho de conjunto”, ela, o pai e a mãe, várias vezes, a última hoje logo de manhã, antes da mãe sair para o comboio.

Antes de apanhar o comboio, no café, as conversas andavam todas à volta da nova celebração: uma auxiliar educativa de uma das Escolas Básicas da terra comentava que estava armada em carteira, tantos eram os cartões que se cruzam este dia.

A dona do café desafiava: “Então vizinho, não dá um beijinho à sua mulher? Hoje é dia dos Namorados…”.

O sujeito, visivelmente encabulado, lá deu uma beijoca na face da esposa.

Outro cliente, o mesmo desafio, mas a resposta áspera que esconde o mesmo embaraço: “Há 30 anos que a aturo!”. A resposta veio rápida: “30 anos? Olha que são mais…”

Ontem foi dia de ver homens de todas as idades com flores, cartões e prendas nas mãos.
Cá por mim vou tentando namorar cada dia como se fora São Valentim.

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